𝗣𝗿𝗲𝘀𝗶𝗱𝗲𝗻𝗰𝗶𝗮𝗶𝘀: 𝗮 𝘀𝗲𝗴𝘂𝗻𝗱𝗮 𝘃𝗼𝗹𝘁𝗮 é 𝗷á 𝗱𝗲 𝗵𝗼𝗷𝗲 𝗮 𝘂𝗺 𝗺ê𝘀
A um mês da segunda volta das eleições presidenciais, podemos dar por concluída a primeira volta.
𝗢 𝗾𝘂𝗲 𝘀𝗮𝗯𝗲𝗺𝗼𝘀, 𝗮𝘁é 𝗮𝗴𝗼𝗿𝗮, 𝘁𝗲𝗻𝗱𝗼 𝗽𝗼𝗿 𝗯𝗮𝘀𝗲 𝗮𝘀 𝘀𝗼𝗻𝗱𝗮𝗴𝗲𝗻𝘀 𝗲 𝗮 𝗺𝗲𝗿𝗮 𝗼𝗯𝘀𝗲𝗿𝘃𝗮𝗰ã𝗼 𝗮 𝗼𝗹𝗵𝗼 𝗻𝘂?
1. A inédita pulverização de candidatos deu origem a um mega empate, com 5 candidatos na pole position.
2. O candidato do Bangladesh, mesmo que passe à terceira volta, perde contra todos.
3. Luís Marques Mendes vai estar na terceira volta, o resto não sabemos.
4. Além de LMM, estão bem posicionadas para a terceira volta
todos os apoiantes, explícitos, tácitos, ou indiferentes à Situação, como se dizia no Estado Novo.
5. Ou seja, há o sério risco de, na terceira volta, os portugueses
serem chamados a escolher entre um candidato da direita e outro candidato da direita.
𝗢 𝗾𝘂𝗲 𝗳𝗮𝘇𝗲𝗿, 𝗲𝗻𝘁ã𝗼?
1. A nossa experiência constitucional atesta a utilidade da distribuição e equilíbrio de poderes no espectro ideológico.
2. Ao contrário do que acontece nas eleições legislativas, todos os votos em candidatos minoritários vão para o lixo.
3. O único candidato com hipóteses de passar à segunda volta e
que não está alinhado com a Situação é António José Seguro.
𝗔𝗻𝘁ó𝗻𝗶𝗼 𝗝𝗼𝘀é 𝗦𝗲𝗴𝘂𝗿𝗼 𝘁𝗲𝗺 𝗼 𝗺𝗲𝘂 𝘃𝗼𝘁𝗼.
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