o ano que termina não terá sido grande coisa no que à música diz respeito - daqui a uns anos se confirmará.
em portugal, apesar de tudo, parece haver uma certa animação. entre a originalidade e a pura cópia, a coisa marcha.
a escolha do colectivo da time out tem pistas qb para que os mais distraídos possam explorar nos próximos meses.


não foi a minha primeira revista de música, aliás, jornal - em 84, devorava e colecionava a mega-mega Música & Som, a francesa Rock & Folk, depois de ter comprado a inenarrável, ilegível e alemã Bravo, que forneceu os primeiros posters para o quarto e uns autocolantes catitas e foleiros para os cadernos do liceu. mas a blitz foi assim uma coisa diferente, e só perceberá isto quem nessa altura fazia quilónetros todas as semanas para a comprar logo no dia de saída. adeus Blitz.


If I had a star to give
I'd give it to you, as long as you live
Would you have the time to watch it shine, watch it shine
Or ask for the moon and heavens too?
I'd give it to you


It’s tough to become a grown up
Put it off while you can
I tell you that when
You land in the real world
It’s like quick sand


Alice Phoebe Lou wuchs in Kommetjie an der Westküste der Kap-Halbinsel in Südafrika auf, wo ihre Eltern als Dokumentarfilmer arbeiteten; als Kind nahm sie Klavierunterricht, als Jugendliche brachte sie sich autodidaktisch das Gitarrespielen bei. 2010 verbrachte die damals 16-Jährige die Sommerferien bei ihrer Tante in Paris, wo sie einige Straßenkünstler kennenlernte und sich zum ersten Mal im Umgang mit Feuer-Poi übte.


i never think about love when i think about home