a malta separa-se, fica na merda, e depois grava um disco. e depois tudo passa, ficam os discos. e depois separa-se outra vez. e às vezes os discos ficam, outras não.
duas notas: na américa, de trump e dos outros todos, não se pode dizer shit na televisão; pessoas assim tão obesas não deveriam tocar bateria, pode fazer-lhes mal.
quem sobe a rua de são bento, à direita, quase na esquina do largo do rato, dois ou três números depois daquela casa de chá das freiras. estão a ver?
houve ali, durante muitos anos, uma casa de lingerie muito vistosa, tipo classe média, com tudo na montra. dava para a ver atentamente porque ficava no enfiamento da álvares cabral, de quem desce da estrela, parado no semáforo.
pois agora a lingerie deu lugar à fruta. é impressionante a quantidade de lugares de fruta e hortaliça que abriram nos últimos anos em lisboa. até há chineses a vender fruta, portuguesa certamente, mas chinese style, barata sem sabor.
hoje, quando lá passei a pé, lembrei-me de perguntar se teriam, por acaso, uns bons marmelos, daqueles redondos com pele de pêssego. temi, porém, que fossem chineses e não me entendessem. ou que fossem ainda os portugueses da loja de lingerie, rendidos aos encantos da fruta e da hortaliça, e que me achassem agora a mim brejeiro.
um mistério. de onde surgem estes putos que, aos vinte e poucos, já parecem conhecer toda a cartilha pop-rock, ao ponto de a macaquearem de forma tão fiel e, admita-se, atraente?
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