para o disco 'gal', erasmo e roberto carlos escreveram o famoso 'o meu nome é gal'.
neste 'gal costa', a cantora interpreta 'se você pensa', numa versão bem mais pesada e ácida que a de roberto, mais a lembrar, por exemplo, o garra de janis joplin, embora num estilo vocal bem diferente.
gal costa - se você pensa
gaspachos há muitos. a saber:
- o da foto, que acompanha, por exemplo, umas belas petingas fritas;
- o que resulta das dicas de um dos melhores sites de culinária: el comidista;
- o tetra pak do pingo doce.
discos para o resto da vida [16.1.]
(1969) gal costa, gal costa
em 1969, gal costa gravou um disco chamado simplesmente 'gal', que ainda hoje maravilha pelo arrojo, ousadia, vanguardismo, etc.
mas não é desse disco que aqui se trata, antes do anterior, também de 69, que se chamava simplesmente 'gal costa' e que, na prática, é o seu primeiro disco em nome próprio.
gal costa - não identificado
mas não é desse disco que aqui se trata, antes do anterior, também de 69, que se chamava simplesmente 'gal costa' e que, na prática, é o seu primeiro disco em nome próprio.
gal costa - não identificado
Carlos Ramos - Eu Já Não Sei [1961]
O canal Fado Para Todos (onde este vídeo está alojado), criado pela Comunidade com o mesmo nome, animada por Aldina Duarte, e o Arquivo Sonoro, ambos do Museu do Fado, são daquelas iniciativas que fazem mais pela cultura e pela língua portuguesa no mundo do que [preencher com as coisas do costume].
Solomon Burke - Let Me Wrap My Arms Around You [1975]
Hey, come on baby
Come on don't be, don’t be looking like that
I don’t want you to be depressed
Or hung up on anything
You see we’ve got something going for us
Between our signs
You know and like, I wanna be your everything
I want you to know that you’ve got me to depend on
And to lean on
To talk to and to walk with
And if you need somebody to love you baby
Well here I am baby
Come get what I’ve got for you
Come on don't be, don’t be looking like that
I don’t want you to be depressed
Or hung up on anything
You see we’ve got something going for us
Between our signs
You know and like, I wanna be your everything
I want you to know that you’ve got me to depend on
And to lean on
To talk to and to walk with
And if you need somebody to love you baby
Well here I am baby
Come get what I’ve got for you
deve ser a minha costela hola!, em versão necessariamente intelectual. adoro textos sobre o pequeno mundo das grandes pessoas. o gossip de políticos, artistas (mas só os upa upa), gente de poder. não confundir, portanto, com a versão parola da hola!, o patético mundo das revistas cor-de-rosa portuguesas.
truman capote, por exemplo, escrevia de forma impiedosa sobre a high society de nova iorque. e aquilo até para nós tinha graça, porque alguma daquela gente entrava-nos em casa, pelo cinema, pela música, pela literatura.
vem a isto a propósito de
a historiadora coqueluche da direita-muito-conservadora-mas-que-quer-dar-ares-de-liberal, maria de fátima bonifácio, escreveu um livro sobre antónio barreto. tem dito a autora em entrevistas (e parece que também no livro), que se trata de uma biografia, mas não é um biografia; que não é autorizada, mas que o biografado leu e até nem discordou.
o texto que sobre esta obra diogo ramada curto escreveu há dias no público é particularmente divertido e demolidor, para a autora e para o biografado.
acho especialmente divertida a ideia de que o nascimento do observador constituiu um momento de ruptura na nossa vida colectiva recente. e também as peripécias à volta da obra definitiva de barreto.
discos para o resto da vida [15.5.]
(1973) al green, call me
pouco tempo depois de lançados estes três discos, uma antiga namorada atacou al green com papas de milho a escaldar (!), enquanto ele tomava banho.
o homem ficou com várias lesões e reflectiu sobre o sentido da vida. comprou uma igreja e tornou-se padre. grava discos de gospel, mas ainda regressou algumas vezes às antigas lides.
al green - you ought to be with me
o homem ficou com várias lesões e reflectiu sobre o sentido da vida. comprou uma igreja e tornou-se padre. grava discos de gospel, mas ainda regressou algumas vezes às antigas lides.
al green - you ought to be with me
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