discos para o resto da vida [3.2.]
(1971) tapestry, carole king
as relações amorosas são o tema quase exclusivo das canções de carole king.
aqui, 'so far away', em gravações ao vivo separadas por quatro décadas
aqui, 'so far away', em gravações ao vivo separadas por quatro décadas
discos para o resto da vida [3.1.]
(1971) tapestry, carole king
sim, muito antes do facebook já havia quem fotografasse gatos. telemachus, no caso.
este é o segundo disco de carole king e as 12 canções que o integram são uma espécie de guia-definitivo-para-bem-escrever-canções-pop.
carole tinha passado a década anterior a escrever sucesso atrás de sucesso, a meias com gerry goffin, para meio mundo cantar, especialmente artistas de r&b negros. até que se decidiu a cantá-los ela própria. o resultado foi uma série de discos que andaram meses pelos tops de todo o mundo.
'will you still love me tomorrow', por exemplo, tinha sido um sucesso tremendo, em 1960, na voz das shirelles, e voltou a sê-lo uma década depois, na voz de carole.
One of the great tricks of pop music is that no matter how much we like to imagine it’s about musicians expressing themselves, it tends to be more useful as a way for listeners to figure out their own identities: Each song lets us try on a new way of being in the world.So these days it’s the song, and the scale of the event surrounding it. One song, one digestible thing, with millions of people standing in a circle around it, pointing and shouting and writing about it, conducting one gigantic online undergraduate seminar about it, metabolizing it on roughly the same level that cable-news debate shows metabolize a political speech.
25 songs that tell us where music is going
(coisas fabulosas que continuam a ser feitas nos media)
a revista de domingo do new york times publicou um interessantíssimo artigo sobre o que poderá ser o futuro da música, a curto prazo.
cada uma das 25 canções que adivinham o futuro é acompanhada de um texto muito informado.
na versão online, ouvimos cada canção conforme vamos lendo o texto. e há ainda uma playlist no spotify.
o futuro talvez passe mesmo por aqui. mas o que é mesmo fabuloso é termos tudo isto no presente.
discos para o resto da vida [2.5.]
(1992) fragments of a rainy season, john cale
vale a pena ouvir o original (Fear, 1974) e o trabalho de transfiguração que é realizado na gravação ao vivo.
uma das grandes canções de cale.
uma das grandes canções de cale.
e agora?
estão a dizer que os band of horses vêm ao nos alive...
no one's gonna love you more than i do
no one's gonna love you more than i do
discos para o resto da vida [2.4.]
(1992) fragments of a rainy season, john cale
cale é membro distinto da aristocracia pop-rock. um intelectual, in his own terms.
e é também o herdeiro mais lírico, romântico, onírico dos velvet underground.
'dying on the vine' é uma das minhas canções preferidas, apesar de não fazer a mínima ideia do que está ele a cantar.
e é também o herdeiro mais lírico, romântico, onírico dos velvet underground.
'dying on the vine' é uma das minhas canções preferidas, apesar de não fazer a mínima ideia do que está ele a cantar.
discos para o resto da vida [2.3.]
(1992) fragments of a rainy season, john cale
uma canção que tem sobrevivido às mais variadas sevícias. basta fazer uma busca no youtube.
cale gravou uma das poucas versões que cohen certamente aprovará.
but you don't really care for music, do you?
it goes like this...
cale gravou uma das poucas versões que cohen certamente aprovará.
but you don't really care for music, do you?
it goes like this...
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