discos para o resto da vida [1.1.]
(1978) comes a time, neil young
é o meu disco preferido de neil young, ao que não deverá ser alheio o facto de ter sido o primeiro que ouvi. as primeiras impressões...
a música country (aquela valsa do tema título...) engana os mais incautos. este, como todos os discos de young, é todo ele sobre o desamparo de estarmos vivos (everybody knows this is nowhere) e a procura incessante, e quase sempre decepcionante, de conforto (heart of gold).
como aqui, na ideia mítica do regresso (o regresso enquanto lugar eterno de acolhimento), mas que pode ser, afinal, o lugar ao qual já não pertencemos, nowhere to stay.
a música country (aquela valsa do tema título...) engana os mais incautos. este, como todos os discos de young, é todo ele sobre o desamparo de estarmos vivos (everybody knows this is nowhere) e a procura incessante, e quase sempre decepcionante, de conforto (heart of gold).
como aqui, na ideia mítica do regresso (o regresso enquanto lugar eterno de acolhimento), mas que pode ser, afinal, o lugar ao qual já não pertencemos, nowhere to stay.
Há uma sanha persecutória sobre os meios de comunicação social, diz Balsemão.
É verdade, tem anos, e eu até posso testemunhar.
É maioritariamente movida por proprietários de media que, de forma deliberada ou por pura incompetência, têm potenciado em Portugal a crise global dos media.
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