nos últimos anos, tem havido demasiados, novos e velhos, projectos de comunicação pagos por sabe-se lá quem, com objetivos obscuros e às vez nem isso, praticando uma coisa que se chama jornalismo apenas porque é impresso em papel de jornal.
mas, no dia em que umas dezenas (!) de jornalistas vão para o desemprego (e só quem por lá passou de forma involuntária pode avaliar), não é certamente a altura ideal para falar disso.
[Papa admite que preservativo é questão “moralmente complicada” para a igreja]
uma das coisas que sempre me intrigou nas religiões, em todas elas, é a má relação que têm com o corpo, seja com o sexo, com a cobertura de certas zonas, com a ingestão de alimentos.
no fundo, as religiões querem que usemos o corpo abdicando do melhor que ele nos pode dar, o prazer.
o corpo é o nosso único activo natural (no sentido financeiro do termo). o que herdamos, à nascença, de qualquer origem divina, a acreditar nessas mesmas religiões.
que, por motivos religiosos, nos obriguemos a qualquer restrição do usufruto desse mesmo corpo é qualquer coisa do domínio do absurdo. incompreensível.
uma das coisas que sempre me intrigou nas religiões, em todas elas, é a má relação que têm com o corpo, seja com o sexo, com a cobertura de certas zonas, com a ingestão de alimentos.
no fundo, as religiões querem que usemos o corpo abdicando do melhor que ele nos pode dar, o prazer.
o corpo é o nosso único activo natural (no sentido financeiro do termo). o que herdamos, à nascença, de qualquer origem divina, a acreditar nessas mesmas religiões.
que, por motivos religiosos, nos obriguemos a qualquer restrição do usufruto desse mesmo corpo é qualquer coisa do domínio do absurdo. incompreensível.
Subscrever:
Mensagens
(
Atom
)