eis que chega, então, o tempo dos grandes incêndios... bónus
i believe in love, i'll believe in anything
that's gonna get me what i want and get me off my knees
then we'll burn your house down, don't it feel so good?
there's a forest fire every time we get together
that's gonna get me what i want and get me off my knees
then we'll burn your house down, don't it feel so good?
there's a forest fire every time we get together
'it's always much safer to say no', philippe petit, num jantar na noite de st. antónio sem sardinha assada, mas que entra directamente para o top ten dos jantares da minha vida. há muito tempo que não fazia 600 quilómetros para isto. também não me recordo de alguma vez ter usado tantos copos em tão poucas horas, daí o primeiro plano.
e, claro, para o que verdadeiramente conta só contam mesmo os sins.
Canções para o resto da vida [35]
Nunca se saberá se Brian Wilson era genial por ser louco, ou se enlouqueceu por causa da genialidade.
Seguro será dizer que ouvia (ainda ouve, mas menos...) vozes e, felizmente, outros sons dentro da cabeça. Que os tenha conseguido materializar, esse é o milagre.
O disco 'Pet Sounds' (1966) será disso o melhor exemplo, uma extraordinária colecção de pocket symphonies aka canções.
'Wouldn't It Be Nice' é apenas uma das minhas preferidas, uma espécie de mito da eterna juventude in reverse.
The Beach Boys - Wouldn't It Be Nice (1966)
Maybe if we think, and wish, and hope, and pray, it might come true
O disco 'Pet Sounds' (1966) será disso o melhor exemplo, uma extraordinária colecção de pocket symphonies aka canções.
'Wouldn't It Be Nice' é apenas uma das minhas preferidas, uma espécie de mito da eterna juventude in reverse.
The Beach Boys - Wouldn't It Be Nice (1966)
Maybe if we think, and wish, and hope, and pray, it might come true
eis que chega, então, o tempo dos grandes incêndios... 3
late at night, i'm takin' you home
I say I want to stay, you say you want to be alone
You say you don't love me, girl you can't hide your desire
'Cause when we kiss, fire
I say I want to stay, you say you want to be alone
You say you don't love me, girl you can't hide your desire
'Cause when we kiss, fire
eis que chega, então, o tempo dos grandes incêndios... 2
at night i wake up with the sheets soaking wet
and a freight train running through the middle of my head
only you can cool my desire
i'm on fire
and a freight train running through the middle of my head
only you can cool my desire
i'm on fire
eis que chega, então, o tempo dos grandes incêndios...1
lord almighty
i feel my temperature rising
higher higher
it's burning through to my soul
girl, girl, girl, girl
you gonna set me on fire
my brain is flaming
i don't know which way to go
your kisses lift me higher
like the sweet song of a choir
you light my morning sky
with burning love
i feel my temperature rising
higher higher
it's burning through to my soul
girl, girl, girl, girl
you gonna set me on fire
my brain is flaming
i don't know which way to go
your kisses lift me higher
like the sweet song of a choir
you light my morning sky
with burning love
quando comecei a trabalhar nesta edição, escrevi no blogue:
Quel est le point commun entre un enfant qui marche pour la première fois, un amoureux qui déclare sa flamme et une entreprise qui innove? L’audace! C’est la prise de risque qui permet d’avancer.trata-se de uma frase do texto de apresentação de uma exposição que, na altura, estava em paris. escrevi-a em jeito de marca - esta edição começa aqui. com a revista a chegar às bancas, recordo-mo da frase e não posso deixar de notar que ela, a sua ideia, e a própria realização da revista mexeram muito mais comigo do que esperaria.
começámos a fazer este número estava eu a caminho do décimo mês de desemprego. jurei a mim próprio que nunca escreverei nada de substancial sobre esse período, porque talvez a principal lição desse tempo é que apenas quem passa por uma situação daquelas pode verdadeiramente compreender o carrossel de emoções associado. e não vale a pena perder muito tempo a explicar.
na exacta semana em que copiei aquela frase, tive o mais inesperado desafio profissional da minha vida. não percebo, nem quero perceber, nada de futebol. não gosto, nem quero gostar. e o que me propunham era dirigir a comunicação de um clube de futebol.
foram dois meses dos quais guardo a melhor das memórias, pelo desafio e pelas pessoas com quem trabalhei.
e já na fase final da revista - num dos seus picos de trabalho - comecei a trabalhar noutro sítio, da única forma que sei, com total empenho, e sabendo, por experiência, que o prazer de fazer é, nos dias que correm, a principal e muitas vezes a única recompensa.
a revista sempre foi um side project. extraordinário é que seja também aquele em que tive mais liberdade. que é total, aliás, sendo o orçamento o único limite.
a realização desta revista, deste número em particular, representou, ela própria, uma vasto conjunto de riscos e desafios, esse, afinal, o preço da liberdade.
mas o tema do risco desafiou-me, também. e esse foi, de um ponto de vista muito pessoal, o maior ganho destes seis meses. percebi que, afinal, arrisquei sempre muito mais do que imaginava. e percebi, também, talvez com mais clareza do que nunca, a importância do risco e do desafio para a minha vida. para estar vivo.
por uma (penso que) evidente opção de pudor, menciono aqui apenas os desafios profissionais, e logo públicos, com que me deparei. os outros ficam comigo.
a minha relação com o mundo, e com os outros, mudou muito nestes meses. ou talvez tenha apenas ficado mais clara, o que do ponto de vista prático é a mesma coisa.
e agora junho é um mês tão bom como outro qualquer para lançar novamente os dados:
Canções para o resto da vida [34]
A canção foi escrita em 1954, mas só na década seguinte, com a versão de Frank Sinatra, a cultura popular a associou à exploração da Lua que então atingia o auge.
Bobby Womack - Fly Me to the Moon (1969)
Fly me to the moon
Let me play among the stars
Let me see what spring is like
On Jupiter and Mars.
Na verdade, trata-se de um canção para namorar ao luar, como demonstra esta fabulosa versão de Bobby Womack, no seu disco de estreia.
Bobby Womack - Fly Me to the Moon (1969)
Fly me to the moon
Let me play among the stars
Let me see what spring is like
On Jupiter and Mars.
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