Madeleine Peyroux - Guilty [2013, Randy Newman 1974]

got some whisky from the barman
got some cocaine from a friend
i just had to keep on movin'
'til i was back in your arms again

[you don't know me]

no final de uma consulta de nutrição:
- e não se esqueça, uma canção alegre todas as manhãs.



so many squandered moments
so much wasted time
so busy chasing dreams
i left myself behind

i've seen it all and it's all done
i've been with everyone and no one

vamos, então, escrever no quadro negro quantas vezes forem necessárias

o Papa é o Papa, o Papa é o Papa, o Papa é o Papa, o Papa é o Papa, o Papa é o Papa, o Papa é o Papa, o Papa é o Papa, o Papa é o Papa, o Papa é o Papa, o Papa é o Papa, o Papa é o Papa, o Papa é o Papa, o Papa é o Papa, o Papa é o Papa... é o Papa, é o Papa, é o Papa, é o Papa, é o Papa, é o Papa, é o Papa, é o Papa, é o Papa, é o Papa, é o Papa, é o Papa, é o Papa, é o Papa, é o Papa, é o Papa, é o Papa, é o Papa, é o Papa, é o Papa, é o Papa, é o Papa, é o Papa, é o Papa.

obama, obama, obama.

Zimmerman, honoris causa


Universidade de St Andrews, 1974
Era capaz de atravessar a cidade em bicicleta só para te ver dançar. 
E isso
diz muito sobre minha caixa torácica.

Matilde Campilho, O último poema do último príncipe, Jóquei (2014)

basta estar atento às notícias: a crise (mundial, nacional) dos últimos anos foi causada "pelos de cima". pelos que têm (muito) dinheiro, pelos que o gerem, pelos estados (ou supra-estados, como a ue) que - deliberadamente ou incompetentemente - deixaram que tudo acontecesse.
essa crise - dizem algum, com enormes doses de wishfull thinking - está quase a resolver-se. e como vamos sair dela?
the share of the world’s wealth owned by the best-off 1% has increased from 44% in 2009 to 48% in 2014, while the least well-off 80% currently own just 5.5%.on current trends, the richest 1% would own more than 50% of the world’s wealth by 2016.
ou seja, sairemos da crise com um mundo ainda mais desequilibrado a favor daqueles que a causaram.
estas estatísticas parecem sempre "longe de mais", parecem dizer respeito a uma realidade muito longínqua, ao confronto entre os muito pobres (áfrica, ásia) e os muito ricos (eua, europa). mas não é assim: estes números reflectem movimentos globais, mas igualmente a realidade dos países e das pessoas concretas. e, como se imagina, a realidade nem sequer é linear e afecta mais uns que outros...
é no quadro desta realidade que vale a pena discutir política. sim, essa, a que nos governa ou quer governar.

Homeless Lights



No último Natal, a Ogilvy do Japão ofereceu à ADOT este anúncio de alerta para a situação dos sem-abrigo no Reino Unido. O director criativo, da Ogilvy Japão e deste anúncio, é o escritor português Ricardo Adolfo.
[A banda sonora é uma versão de "Creep", dos Radiohead. Integral aqui.]
No número 4 da revista XXI Ter Opinião, que vai para as bancas esta semana, Ricardo Adolfo escreve um texto muito bom sobre a vida quotidiana em Tóquio. Com ilustrações de André Carrilho.

Keith Jarrett & Charlie Haden - Where Can I Go Without You [2007-2014]


As moças que Bryan Ferry conheceu em Portugal.