Iron & Wine - The Desert Babbler [2013]
So quietly we lost another year
The desert put a babbler in your ear
He will find a way to not miss you again
Barstow boys all spit into the wind
Back home the hammer always has to fall
Cross is barely hanging on the wall
Some day I know you'll never leave me
But we're far from the hard light tonight
The desert put a babbler in your ear
He will find a way to not miss you again
Barstow boys all spit into the wind
Back home the hammer always has to fall
Cross is barely hanging on the wall
Some day I know you'll never leave me
But we're far from the hard light tonight
Léo Ferré - Ni Dieu Ni Maître [1960]
Cette parole d' Evangile
Qui fait plier les imbéciles
Et qui met dans l'horreur civile
De la noblesse et puis du style
Ce cri qui n'a pas la rosette
Cette parole de prophète
Je la revendique et vous souhaite
Ni Dieu ni Maître
Qui fait plier les imbéciles
Et qui met dans l'horreur civile
De la noblesse et puis du style
Ce cri qui n'a pas la rosette
Cette parole de prophète
Je la revendique et vous souhaite
Ni Dieu ni Maître
um dos temas mais debatidos nos fóruns de jornalistas por estes dias é o facto de a (quase) totalidade dos jornais de diversos países (eua, uk, espanha, pt...) não terem publicado cartoons do charlie hebdo na primeira página. o nyt, por exemplo, assume que não os publicou por os considerar ofensivos.
este ponto é muito interessante.
eu tb não publicaria cartoons do charlie na primeira página. aliás, não gosto do jornal. considero que o humor que utiliza é frequentemente de mau gosto. e que, por exemplo, mistura vida privada e vida pública para criticar políticos. e que nem sempre a abordagem que faz dos temas religiosos distingue claramente as legítimas (e inatacáveis) opções e convicções de cada um de uma 'utilização fraudulenta' da religião para fins violentos. [by the way]
considero que esses são temas discutíveis, i.e., passíveis de discussão.
o que não tem discussão é o direito do jornal a fazer o que entender, a publicar. se há alguma coisa a dirimir, que seja dirimido no quadro do estado de direito em que o jornal existe.
há um aspecto muito difícil de explicar a 'leigos': a ideia de que a liberdade de expressão é a mais ampla das liberdades, e que só assim ela faz sentido (excepção óbvia para o direito à vida).
este ponto é muito interessante.
eu tb não publicaria cartoons do charlie na primeira página. aliás, não gosto do jornal. considero que o humor que utiliza é frequentemente de mau gosto. e que, por exemplo, mistura vida privada e vida pública para criticar políticos. e que nem sempre a abordagem que faz dos temas religiosos distingue claramente as legítimas (e inatacáveis) opções e convicções de cada um de uma 'utilização fraudulenta' da religião para fins violentos. [by the way]
considero que esses são temas discutíveis, i.e., passíveis de discussão.
o que não tem discussão é o direito do jornal a fazer o que entender, a publicar. se há alguma coisa a dirimir, que seja dirimido no quadro do estado de direito em que o jornal existe.
há um aspecto muito difícil de explicar a 'leigos': a ideia de que a liberdade de expressão é a mais ampla das liberdades, e que só assim ela faz sentido (excepção óbvia para o direito à vida).
liberdade, coisa frágil
o gustavo santos (!?) escreveu umas palermices sobre o atentado de paris
(parece, aliás, que o gustavo ganha a vida a escrever e a dizer palermices).
por causa do que escreveu, há uma quase unanimidade nas redes sociais a dizer que se cale.
para que conste: se for preciso, vou a uma manifestação para defender a liberdade do gustavo de continuar a dizer palermices.
(parece, aliás, que o gustavo ganha a vida a escrever e a dizer palermices).
por causa do que escreveu, há uma quase unanimidade nas redes sociais a dizer que se cale.
para que conste: se for preciso, vou a uma manifestação para defender a liberdade do gustavo de continuar a dizer palermices.
Poucas manifestações artísticas se assemelham tanto a uma cerimónia religiosa como os concertos de Leonard Cohen, etc. etc.
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