the seven year itch
o melhor gerador de efeitos marylin da cidade de lisboa fica na esquina do lg camões com a r da misericórdia. estão a prever ondas de 13 metros entre sábado e domingo. desire em castelhano diz-se ganas e soa muito bem.
claro que todas as outras são só para namorar, casar, casar só com a natalie merchant
Look out she's coming at ya
Big dark eyes like Cleopatra
The eyes of a femme fatale
Bet you get the ominous feeling
A cold blooded creature in the
Dark is stealing toward you
You best beware, take care
She's better than a work of fiction
Half ingénue, half a vixen
Your little paper doll
But brother she's a wicked sister
Subtle and sly, watch it mister
And take my advice, stay away
Or number your days
Opiate clouds surround you
An addiction to love has found you out
Half out of your mind
Fool, when I think about you
I want to wrap my arms around you
And tell you more than words can say
She devil, she conquer
She devil, you want her
You're unaware tonight
Of the danger everywhere
My poor little sleeping giant
Dreaming warm and silent
Where has your Delilah gone?
Why don't you wake and see through
Every way that she's deceived you
How she moves within?
See, everything the woman touches
It withers and dies in her clutches
Why should your fate be
Any different from these?
Oh, well I've heard about you
Every word that's said about you
The man in the silvery web
He fell for the sweet persuasion
Of a black widow spider
Now nothing can save him
It's just a matter of time
estávamos só a trocar cromos, juro
espero que ninguém tenha feito fotos ao almoço. o meu telemóvel esteve todo o tempo à vista.
"A Publicidade Subliminar"
E, por outro lado, há vida inteligente, até no Facebook.
Comentava-se uma entrevista que está para sair:
Comentava-se uma entrevista que está para sair:
damn stupidity (*)
Cinco minutos no Facebook e nem tanto no Twitter:
1. Gente estúpida enerva-me.
2. Também nisso parece que tenho tido uma sorte do caraças - a percentagem de estúpidos que tem passado pelas minhas várias vidas é incrivelmente inferior à amostra das redes sociais.
(*) gosto da definição da wikipedia.
1. Gente estúpida enerva-me.
2. Também nisso parece que tenho tido uma sorte do caraças - a percentagem de estúpidos que tem passado pelas minhas várias vidas é incrivelmente inferior à amostra das redes sociais.
(*) gosto da definição da wikipedia.
Canções para o resto da vida [desert island selection .17]
I practice every day to find some clever lines to say
To make the meaning come true
Esta canção é chantilly. Superficial, dispensável, irresistível.
Robbie Williams e Nicole Kidman pegaram no chantilly e fizeram um éclair. Não faço ideia do que quero dizer com isto, mas soa-me bem e o éclair é um dos meus pecados favoritos.
A graça desta versão está no vídeo e nas alusões sado-maso que põem a um canto o incesto da versão Sinatra.
Robbie Williams + Nicole Kidman
Somethin' Stupid
To make the meaning come true
Esta canção é chantilly. Superficial, dispensável, irresistível.
Robbie Williams e Nicole Kidman pegaram no chantilly e fizeram um éclair. Não faço ideia do que quero dizer com isto, mas soa-me bem e o éclair é um dos meus pecados favoritos.
A graça desta versão está no vídeo e nas alusões sado-maso que põem a um canto o incesto da versão Sinatra.
Robbie Williams + Nicole Kidman
Somethin' Stupid
Quizz do dia
Perceber, nos jornais de hoje, onde acabam os anúncios da TMN e começam as notícias do Meo.
lx type
Lisboa tem agora um tipo de letra, vem nos jornais. Principal característica: a fraca legibilidade.
Sobre a lenta combustão pública do Bloco
Os únicos contactos que tivémos foram da (minha) esfera profissional. E apenas registei que não são gente séria.
Canções para o resto da vida [desert island selection .16]
Oh I don't think that we can really be friends
But i'll try again
[Nota: o conteúdo deste post apenas será integralmente compreendido se a canção que dele consta for ouvida em formato digital original em dispositivo apropriado, com a amplificação elevada. Não se compreende, de resto, que a União Europeia legisle sobre o espaço vital das galinhas nos aviários e seja incapaz de determinar condições mínimas obrigatórias para a audição de música, o que excluiria, por exemplo, o manhoso do Youtube, computadores made in Korea e mesmo alguns automóveis de construção duvidosa. Obrigado pela atenção.]
É possível não gostar de música? É possível não se emocionar com a música? Tudo é possível e os tempos que vivemos têm-se encarregado de mostrar que o mundo, além de composto de mudança, adora a diversidade.
Gosto de dar o exemplo desta canção dos Camera Obscura quando se fala de emoções relacionadas com a música. É possível ouvir as pontes desta canção [min: 02:05-02:50 e 03:30-final, especialmente a primeira] sem ser atravessado por uma, nem que ligeira, comoção?
Camera Obscura
Careless Love
But i'll try again
[Nota: o conteúdo deste post apenas será integralmente compreendido se a canção que dele consta for ouvida em formato digital original em dispositivo apropriado, com a amplificação elevada. Não se compreende, de resto, que a União Europeia legisle sobre o espaço vital das galinhas nos aviários e seja incapaz de determinar condições mínimas obrigatórias para a audição de música, o que excluiria, por exemplo, o manhoso do Youtube, computadores made in Korea e mesmo alguns automóveis de construção duvidosa. Obrigado pela atenção.]
É possível não gostar de música? É possível não se emocionar com a música? Tudo é possível e os tempos que vivemos têm-se encarregado de mostrar que o mundo, além de composto de mudança, adora a diversidade.
Gosto de dar o exemplo desta canção dos Camera Obscura quando se fala de emoções relacionadas com a música. É possível ouvir as pontes desta canção [min: 02:05-02:50 e 03:30-final, especialmente a primeira] sem ser atravessado por uma, nem que ligeira, comoção?
Camera Obscura
Careless Love
O momento

A Time desta semana ensina a comer uma sultana. A saborear uma sultana.
É um dos temas com que tenho lidado nos últimos anos - como saborear os meus momentos, numa vida atravessada por tanto mundo.
Vivemos rodeados de informação, no sentido mais amplo, de apelos. Tudo tão intenso, perene, intrusivo. Quando se trabalha em certas áreas, esse apelo é ainda mais pesado. Quando atravessamos momentos de mudanças externas profundas, mais ainda.
Não é fácil, nesse ambiente stressed-out, multitasking - como escreve a Time - reservarmos tempo - simplifiquemos, chamemos-lhe tempo - para nós.
Mais difícil, parece-me, é fazermos como os latinos - carpe diem -, desfrutarmos o momento. Gostamos de conceptualizar, de integrar cada gesto num movimento mais amplo, de dar sentido à vida, como às vezes dizemos.
A felicidade, vamos descobrindo, está nos pequenos prazeres, nos momentos que vivemos sem ligar o complicómetro.
Tudo isto é mais fácil de dizer do que fazer, claro. Mas ter consciência disso é um passo indispensável.
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