música que faz pop, pop, pop... pop, pop, pop.
Canções para o resto da vida [6]
Paixões adolescentes servidas em fatias urgentes de 2 minutos. Esta é a essência da música pop-rock.
John Peel, o Papa da pop britânica, exultou com este tema e terá pedido que na sua sepultura ficasse gravado "teenage dreams, so hard to beat". Parece que lhe fizeram a vontade...
O punk foi uma injecção de adrenalina numa música que estava a ficar moribunda à pala de intelectualices e outras tolices. A coisa funcionou tão bem que a zona pop-rock não voltou a adormecer.
The Undertones - Teenage Kicks (1978)
Are teenage dreams so hard to beat?
John Peel, o Papa da pop britânica, exultou com este tema e terá pedido que na sua sepultura ficasse gravado "teenage dreams, so hard to beat". Parece que lhe fizeram a vontade...
O punk foi uma injecção de adrenalina numa música que estava a ficar moribunda à pala de intelectualices e outras tolices. A coisa funcionou tão bem que a zona pop-rock não voltou a adormecer.
The Undertones - Teenage Kicks (1978)
Are teenage dreams so hard to beat?
one more beginning
vivemos, como diz Steiner, tempos de ocasos. não de ocaso, mas de ocasos.
como se tudo o que conhecemos, que demos por adquirido, estivesse a desaparecer, nos estivesse a ser sonegado.
caminhamos entre ruínas, que é outra forma de dizer que sobrevivemos.
construímos diques, contra os outros e contra as várias versões de nós próprios que fomos deixando à solta.
a frase de steiner - we have no more beginnings - baila-me dentro desde que a li pela primeira vez.
entendo-a, sim. mas tudo farei para a contrariar. uma espécie de dever moral.
claro que temos mais começos, todos os que quisermos.
como se tudo o que conhecemos, que demos por adquirido, estivesse a desaparecer, nos estivesse a ser sonegado.
caminhamos entre ruínas, que é outra forma de dizer que sobrevivemos.
construímos diques, contra os outros e contra as várias versões de nós próprios que fomos deixando à solta.
a frase de steiner - we have no more beginnings - baila-me dentro desde que a li pela primeira vez.
entendo-a, sim. mas tudo farei para a contrariar. uma espécie de dever moral.
claro que temos mais começos, todos os que quisermos.
Bruce Springsteen - Follow That Dream [1988]
if a distant dream is callin' you
then there's just one thing you can do
then there's just one thing you can do
Canções para o resto da vida [5]
Claro que Lou Reed foi o mais legítimo herdeiro dos Velvet Underground. E claro que John Cale tem uma carreira desequilibrada, na qual são muitos os registos simplesmente desinteressantes. Nos intervalos, fez alguns discos muito bons e uma mão cheia de canções geniais, como esta.
John Cale, Dying on the Vine (1985)
I've been chasing ghosts and I don't like it
I wish someone would show me where to draw the line
I'd lay down my sword if you would take it
And tell everyone back home I'm doing fine
Estamos naquela zona em que a vitalidade da pop esbarra no conceptualismo e na frieza da intelectualidade. Esta malta tem estudos, de música e outros, isso nota-se e nem sempre é bom. Não é o caso, porém.
Esta canção é sobre... sobre o que é mesmo? Ah, a vida e tal, o costume. O jogo das aparências e coiso.
[Duas versões: uma electrónica e outra com quarteto de cordas.]
John Cale, Dying on the Vine (1985)
I wish someone would show me where to draw the line
I'd lay down my sword if you would take it
And tell everyone back home I'm doing fine
música e cerejas
Procurava no Youtube uma canção do novo disco de Mazgani, 'Lifeboat', uma inesperada colecção de belíssimas covers.
Encontrei a promo de 'To Love Somebody' (Bee Gees), uma das minhas canções fetiche.
Trata-se de um dos temas de que conheço das mais fantásticas versões.
Por exemplo, a de Scott Matthew, o australiano amigo de Rodrigo Leão (há outro, inglês).
O mesmo Scott Matthew que tem disco novo, 'This Here Defeat', do qual encontrei um vídeo muito interessante, 'Skyline'.
Ambos os discos foram gravados em Lisboa e, nos próximos dias, andarão a passear de carro por essa mesma cidade. Com um pouco de sorte, levo-os a ver o mar.
Encontrei a promo de 'To Love Somebody' (Bee Gees), uma das minhas canções fetiche.
Trata-se de um dos temas de que conheço das mais fantásticas versões.
Por exemplo, a de Scott Matthew, o australiano amigo de Rodrigo Leão (há outro, inglês).
O mesmo Scott Matthew que tem disco novo, 'This Here Defeat', do qual encontrei um vídeo muito interessante, 'Skyline'.
Ambos os discos foram gravados em Lisboa e, nos próximos dias, andarão a passear de carro por essa mesma cidade. Com um pouco de sorte, levo-os a ver o mar.
Canções para o resto da vida [4]
Ouvir Léo Ferré pode ser um caminho sem regresso, porque, se há música que enlouquece, é esta. Uma doce loucura, feita de amor e anarquia, o título do disco a que esta canção pertence, mas também o verdadeiro programa de vida do nome mais original da música francesa do século XX.
Léo Ferré, La Memoire et La Mer (1970)
Quand j'allais géométrisant
Mon âme au creux de ta blessure
Dans le désordre de ton cul
Poissé dans les draps d'aube fine
Je voyais un vitrail de plus
Esta é uma das suas mais belas canções, como de costume inspirada na grande música clássica. O poema, do próprio Ferré (ele, que cantou os maiores poetas franceses), toma o mar como metáfora da vida, através de uma sucessão de versos de forte carga simbólica, de significado nem sempre perceptível, como se a pura musicalidade fosse o seu fim último.
Léo Ferré, La Memoire et La Mer (1970)
Mon âme au creux de ta blessure
Dans le désordre de ton cul
Poissé dans les draps d'aube fine
Je voyais un vitrail de plus
morreu um poeta e o mundo (enfim, o meu mundo, ou melhor, uma parte do meu mundo...) divide-se entre os que correm a publicar no facebook o primeiro poema que encontram online e os que desatam a rir: olha, olha, aposto que este nunca leu um livro de poesia.
sou pouco sensível, cada vez menos sensível, a estes modismos. a gente arrebatada por filmes, exaltada por um músico, a rasgar as vestes por ou contra a poesia.
gosto do que gosto. do que gosto de gostar. do que me dá prazer, e às vezes - demasiadas, acho - do que me faz pensar e, por vezes, sofrer. mas gosto de forma despreocupada.
nos últimos anos, tenho lido mais clássicos que a conta, não porque seja moda (é?), ou para cumprir qualquer calendário de instrução pessoal. na poesia, ainda sou mais errático. há uns meses, tropecei no manuel antónio pina e apaixonei-me, como nas paixões a sério, assim, sem motivo ou causa aparente. nunca tinha reparado no pina, gostei, li tudo. fiquei a gostar, mas pronto, não aderi a qualquer pinismo militante. mais ou menos na mesma altura, comprei o 'servidão humana' que li como se tivesse acabado de ser escrito, porque para mim tinha sido.
às vezes, passo ao lado de grandes filmes no cinema, não por pedantismo, simplesmente por distracção, e acabo por vê-los na televisão ou no computador quando já ninguém fala deles.
na música, a que dedico mais tempo, cérebro e alma que a outros amores que talvez merecessem mais, é a mesma coisa. há uns meses, andei a ouvir umas canções do sinatra que o dylan acabara de gravar (sou sensível a mitos, nota-se), mas quando chegou o disco do dylan, do qual apenas conhecia duas canções, ficou em cima da mesa uns dias à espera que me apetecesse.
gosto de me perder nestas coisas. de um disco novo, um livro velho, um filme ao acaso. ou então vice-versa e assim sucessivamente.
entedia-me aquela coisa arrumadinha de ansiar pela novidade, discutir a evolução do artista, ir ao cinema na estreia picar o ponto do bem informado.
mas, claro, hoje é o dia de herberto helder, das pessoas que lêem herberto helder todos os dias, conhecem-lhe os poemas de cor, respiram herberto helder. isso amanhã passa-lhes.
um dia destes, talvez numa tentativa de regressar a uma certa normalidade, dei comigo a ouvir rádio enquanto fazia a barba.
estava um fulano a falar sobre papel higiénico e, numa aparente tentativa de fazer humor, falou em qualquer coisa como "espalhar merda pela parede".
obviamente, os meus dias não vão começar assim.
estava um fulano a falar sobre papel higiénico e, numa aparente tentativa de fazer humor, falou em qualquer coisa como "espalhar merda pela parede".
obviamente, os meus dias não vão começar assim.
Canções para o resto da vida [3]
Instalei no tecto do quarto um disco voador, daqueles que se vendem nas lojas de brinquedos, para povoar de discos voadores todos os meus sonhos.
Gosto de ter esse sonho impossível, chamemos-lhe disco voador, que me dá forças para ir alcançando os outros sonhos mais próximos na minha pequena via láctea, os sonhos que verdadeiramente importam.
Penso que esta canção é sobre isso mesmo. Sobre o sonho impossível que nos faz viver e ganhar todos os dias dias à morte.
Sobre Raul Seixas, um genial OVNI da música brasileira, há um excelente artigo na Wikipedia.
Raul Seixas, Ouro de Tolo (1973)
Eu é que não me sento
No trono de um apartamento
Com a boca escancarada
Cheia de dentes
Esperando a morte chegar
Porque longe das cercas
Embandeiradas
Que separam quintais
No cume calmo
Do meu olho que vê
Assenta a sombra sonora
De um disco voador.
Gosto de ter esse sonho impossível, chamemos-lhe disco voador, que me dá forças para ir alcançando os outros sonhos mais próximos na minha pequena via láctea, os sonhos que verdadeiramente importam.
Penso que esta canção é sobre isso mesmo. Sobre o sonho impossível que nos faz viver e ganhar todos os dias dias à morte.
Sobre Raul Seixas, um genial OVNI da música brasileira, há um excelente artigo na Wikipedia.
Raul Seixas, Ouro de Tolo (1973)
Eu é que não me sento
No trono de um apartamento
Com a boca escancarada
Cheia de dentes
Esperando a morte chegar
Porque longe das cercas
Embandeiradas
Que separam quintais
No cume calmo
Do meu olho que vê
Assenta a sombra sonora
De um disco voador.
Yusuf - Cat and The Dog Trap [2015]
as vidas dos gatos e as ratoeiras do islão. um pequeno texto de lugares comuns para um disco de grandes lugares comuns.
Canções para o resto da vida [2]
Às vezes, quando perdemos a fé na Humanidade, as canções podem ser a única salvação. Aconteceu-me, outra vez, faz agora quase um ano e esta foi a canção.
Bruce Springsteen - Dream, Baby Dream (2013)
Trata-se de um original dos Suicide, uma banda de punk electrónico meio depressivo, e a magia de Springsteen foi transformá-lo em algo que fica algures entre uma canção de embalar (dream baby dream) e um hino motivacional (gotta keep the fire burning). Essa metamorfose é, ela própria, a melhor prova do poder da música.
O registo encantatório é reforçado por um vídeo, no qual são utilizados todos os recursos em que a equipa de BS se tem especializado: a multiplicação de rostos da assistência, o slow motion, a celebração do espaço. As imagens (e os instrumentos...) dos músicos e da assistência não correspondem ao que estamos a ouvir, mas essa ausência de verossimilhança é apenas mais um contributo para o efeito encantatório que se pretende.
errar outra vez
o texto que mais me perturbou nos últimos anos? este, de fernanda câncio, de 2010, com uma citação de roth (sublinhados meus, como se diz nos livros):
Conhecer alguém. Aprender alguém. Achar que se conhece – que se sabe dessa pessoa, quem é, o que pensa, o que sente e como, de que é e não é capaz. Dizer: sei quem és. Pensar: sabes quem sou. Confio em ti. Confia em mim. Pôr a mão no fogo. Pôr tudo no fogo. E pensar, enquanto se põe: e se for um erro? Pôr tudo no fogo sabendo que é quase sempre um erro. Esperar. Esperar que não seja como quase sempre, esperar que seja como quase sempre. Às vezes é difícil perceber o que se espera, aquilo em que se aposta. Talvez se aposte apenas, a partir de certa altura, em acertar. Quer dizer: em ter errado. É mais seguro, esperar pela certidão do engano. Uma espécie paradoxal de seguro, o de antecipar o desastre – mas não é disso mesmo que vive o ramo?
Sim, o mais certo é errar. Erramos até sobre nós, como não sobre os outros? Imaginemos, porém, que conseguíamos mesmo saber o que os outros pensam. Ouvi-los como nos ouvimos a nós nos nossos solilóquios, o que acham mesmo disto e daquilo e deste e daquele, o que querem e o queriam mesmo dizer quando disseram outra coisa qualquer. Imaginemos que à primeira vista marcávamos os que nos iam iludir e desiludir (de uma forma ou de outra, todos, certo?) e adivinhávamos como. Não como fazemos agora, exercitando o cálculo de probabilidades e aguçando a intuição, mas com certeza e certificação. Como seria? Haveria lugares ermos suficientes para tantos misantropos?
O momento em que desistimos de nos enganar, o momento em que o medo vence a curiosidade e desistimos do enlevo, do doce, irrepetível entusiasmo de aprender -- prender – cada alguém; o momento em que dizemos “não vale a pena”, “é sempre o mesmo”; o momento em que decretamos o fim da aventura e nos seguramos ao seguro, ao silêncio; o momento em que nos ensimesmamos (que verbo este) e corremos todos os ferrolhos e ligamos o alarme – não vá alguém entrar, passar as barbacãs e os fossos, galgar a última muralha – nesse momento estamos mortos. Não há outra forma de viver senão aceitando a norma que Philip Roth decreta em American Pastoral:
“Erramos sobre as pessoas antes de as encontrarmos, enquanto antecipamos o encontro; erramos enquanto estamos com elas; e depois vamos para casa e contamos a alguém como foi o encontro e erramos de novo. Como o mesmo sucede com as outras pessoas em relação a nós, a coisa acaba por ser uma deslumbrante ilustração vazia de qualquer sentido, uma espantosa farsa de mal entendidos. E que havemos nós de fazer quanto a este terrivelmente significante assunto que são as outras pessoas, assim esvaziado do significado que achávamos que tinha e parecendo-nos antes caricato, tão completamente incapazes somos de penetrar os íntimos e desejos uns dos outros?Será que temos todos de desaparecer e trancar a porta e sentarmo-nos isolados como os escritores solitários, numa cela insonorizada, convocando pessoas através da escrita e fazendo de conta que essas pessoas feitas de palavras são mais reais que as pessoas verdadeiras que desfiguramos com a nossa ignorância todos os dias?A verdade é que a vida não é acertar no que as pessoas são. Viver é errar sobre as pessoas, errar, errar, errar e depois, voltando a pensar cuidadosamente sobre o assunto, errar outra vez. É assim que sabemos que estamos vivos: erramos.Talvez o melhor fosse esquecer isto de acertar ou errar no que às pessoas diz respeito e limitarmo-nos a deixar-nos ir. Mas, claro, sortudo o que conseguir fazer isso.”
A tradução é longa e improvisada (feita directamente do original, pelo que perdoem imprecisões e “frases esquisitas”), mas este excerto de Roth é bom de mais para não ser partilhado. Errar, errar, errar, então. É o que temos, não há mais nada. Mas com paixão, nunca desistindo. Não porque um dia esperemos acertar, não. Mas porque nunca nos habituamos à ideia.
Não é novidade - o excesso de informação em que vivemos afasta-nos do essencial. Os Doodles, por exemplo, de tão giros e interessantes passaram rapidamente à condição de banalidade. Olhamos e já não vemos.
O de hoje vale a pena. É dedicado a Anna Atkins, bióloga e fotógrafa inglesa do séc. XIX, de que nunca tinha ouvido falar e que o Google não sabe se foi a primeira mulher a usar uma câmera fotográfica ou a primeira mulher a publicar um livro de fotografia, uma treta à qual sou completamente indiferente.
As fotografias de flores e algas, essas, sim, é que são mesmo muito bonitas.
Canções para o resto da vida [1]
De George Harrison interessa-me aquela maneira tranquila de estar, o "be here now", que transformou em música. Mas também o modo como procurou respostas espirituais para esta coisa da vida. Da espiritualidade interessa-me, aliás, apenas a procura e nunca a resposta, mesmo que a resposta encontrada por Harrison se aproxime mais da serenidade e da beleza que essa resposta deve ter.
Esta canção foi escrita precisamente em reacção às críticas e à incompreensão pela via espiritual escolhida pelo ex-Beatle. A letra acaba por ser uma bela lição de vida.
George Harrison, The Light That Has Lighted The World (1973)
It's funny how people just won't accept change
As if nature itself. They'd prefer re-arranged
So hard to move on when you're down in a hole
Where there's so little chance to experience soul
I'm greatful to anyone,
that is happy or 'free'
for giving me hope
while I'm looking to see
The light that has lighted the world.
Esta canção foi escrita precisamente em reacção às críticas e à incompreensão pela via espiritual escolhida pelo ex-Beatle. A letra acaba por ser uma bela lição de vida.
George Harrison, The Light That Has Lighted The World (1973)
It's funny how people just won't accept change
As if nature itself. They'd prefer re-arranged
So hard to move on when you're down in a hole
Where there's so little chance to experience soul
I'm greatful to anyone,
that is happy or 'free'
for giving me hope
while I'm looking to see
The light that has lighted the world.
peut-être, ou talvez não
Quel est le point commun entre un enfant qui marche pour la première fois, un amoureux qui déclare sa flamme et une entreprise qui innove?
L’audace! C’est la prise de risque qui permet d’avancer.
Alors, dans une société devenue très – parfois trop – sécurisée, comment concilier la nécessité du risque, la liberté de chacun et la sécurité de tous?
Peut-être en adoptant une démarche raisonnée…
L’audace! C’est la prise de risque qui permet d’avancer.
Alors, dans une société devenue très – parfois trop – sécurisée, comment concilier la nécessité du risque, la liberté de chacun et la sécurité de tous?
Peut-être en adoptant une démarche raisonnée…
[do catálogo de uma exposição]
Lucinda Williams - Gentle On My Mind
/ though the wheat fields and the clothes lines
and the junkyards and the highways come between us
and some other woman's cryin' to her mother
'cause she turned and I was gone /
and the junkyards and the highways come between us
and some other woman's cryin' to her mother
'cause she turned and I was gone /
Aretha Franklin - Gentle On My MInd
/ it's knowin' that your door is always open
and your path is free to walk
that makes me tend to leave my sleepin' bag
rolled up and stashed behind your couch/
and your path is free to walk
that makes me tend to leave my sleepin' bag
rolled up and stashed behind your couch/
Elvis Presley - Gentle On My Mind
/ i pretend to hold you to my breast and find
that you're waitin' from the back roads
by the rivers of my memory
ever smilin', ever gentle on my mind /
that you're waitin' from the back roads
by the rivers of my memory
ever smilin', ever gentle on my mind /
Frank Sinatra - Gentle On My Mind
/ i still run in silence
tears of joy might stain my face
the summer sun might burn me till i'm blind
but not to where i cannot see you walkin' on the back roads
by the rivers flowin' gentle on my mind /
tears of joy might stain my face
the summer sun might burn me till i'm blind
but not to where i cannot see you walkin' on the back roads
by the rivers flowin' gentle on my mind /
Frank Sinatra - Cycles
os discos que os miúdos compram por estes dias :)
o cigarro...
I've been told and I believe
That life is meant for livin'
And even when my chips are low
There's still some left for givin'.
o cigarro...
I've been told and I believe
That life is meant for livin'
And even when my chips are low
There's still some left for givin'.
Bill Fay - War Machine [2015]
bill fay lançou, em 2012, um dos mais belos discos de sempre, após um silêncio de 40 anos (!).
agora, não vamos ter de esperar tanto - o novo disco sai em abril e, pela amostra, é bem capaz de destronar o anterior.
feels like the first day of your life.
- Por favor, telefone! Eu preciso beber alguma coisa rapidamente...
- Pra semana...
- O sinal...
- Eu procuro você...
- Vai abrir...
- Prometo, não esqueço...
- Por favor, não esqueça. Por favor...
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