Ao segundo ou terceiro episódio, perdi-me na
Lost. Desisti. Percebo, no entanto, a paciência de quem acompanhou aquela marmelada durante anos - é como a vida real, pouco ou nada bate certo.
Agora, a
Lost despede-se no meio de um enorme alarido planetário. O fenómeno da despedida interessa-me. Gostei, por exemplo, de ler este artigo da
Vanity Fair, com o título fabuloso de
Lost in Lost: Nothing Really Matters e que, logo no primeiro parágrafo arruma o assunto:
"The only answers that will be remembered are that, yeah, everyone dies if you wait long enough, and that emotional connections can survive even death."
4 comentários:
Can they?...
Marmelada? Aqui entre nós, a série é genial. A vida é confusa, caótica, inexplicável muitas vezes. A série reflecte isso mesmo. Mas gostos não se discutem...
Zé... longe de mim dar uma conotação negativa à marmelada.
Comentando um comentário: para confusa, ..., já nos chega mesmo a vida. Ao menos que a ficção seja distrativa e não chata. Mas, lá diz ou outro, gostos não se discutem.
IG
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